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ESPECIALIDADES: PSICANÁLISE

10/10/2018 imprimir


Dentre os cooperados da UNIPSICO temos profissionais que atendem diversas ESPECIALIDADES, e uma delas é a PSICANÁLISE.

 

A Psicanálise começou como um ramo da medicina, com o objetivo de compreender o mundo psíquico e intervir nele, para desfazer constelações nocivas e favorecer a constituição de rearranjos mais saudáveis ao sujeito.

As teorias psicanalíticas procuram explicar como a mente funciona e como ela adoece, criando assim um modelo metapsicológico.

 

A investigação psicanalítica dos processos psíquicos inconscientes se dá no espaço da análise ou setting analítico e o método de trabalho consiste do “falar” do paciente, daquilo que lhe angustia ou que foi esquecido, sob a condição do “ouvir” do analista para que o paciente “ouça” o que ele próprio disse.

O convite para que o analisando fale o que lhe vem à mente naquele momento, denomina-se associação livre, e ao analista cabe ouvi-lo ao modo da atenção flutuante, e propiciar a ambos a constituição da interpretação.

O objetivo da análise é a tentativa de construir juntamente com o paciente uma outra condição de usufruir de sua capacidade de amar, trabalhar e existir, que estavam até então comprometidas, tornando-o prisioneiro de sua própria história e de seu passado. O homem para Freud, é aquilo que ele faz de sua existência e isto só é possível porque ele é um ser livre.

 

A Psicanálise desde a sua origem continua em constante evolução, os conceitos teóricos e os métodos analíticos tornaram-se específicos em cada uma das abordagens psicanalíticas, constituídas na Psicanálise clássica (Freud, Klein, Winnicott,, Bion, Green e outos), Lacaniana e Junguiana, por exemplo.

Podemos considerar que essa evolução implicou na ampliação do entendimento sobre a mente humana desde os períodos iniciais da vida psíquica. E essa condição proporcionou não apenas o atendimento de pacientes com estruturas não neuróticas, em que um ego frágil e fronteiras lábeis demandam uma grande parte da energia para enfrentar os limites entre o externo (objeto) e o interno (pulsão), como também permitiu o acesso a áreas mais primitivas do psiquismo de pessoas com estruturas neuróticas.

 

Como analistas, nossa função, é procurar, em primeiro lugar, ajudar o paciente a afrouxar os laços que o prendem a um modo de vida em que a repetição predomina mais que a transformação.

E nossos objetivos nesse trabalho é a compreensão da dimensão humana em seus aspectos inconscientes; utilizando-se do método centrado no encontro entre dois seres humanos que se propõem a interagir em um tempo que não é o do cotidiano acelerado; buscando um autoconhecimento que não procura o alívio imediato; mas sim, a constituição de uma condição da capacidade para pensar pensamentos.

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