T.D.A.H.

01/11/2017 imprimir


O TDAH - Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade - geralmente se desenvolve na infância e tende a acompanhar o indivíduo durante toda a vida. Ele atinge várias partes do cérebro, normalmente apresentado pela falta de atenção, desinteresse, inquietude e impulsividade. Esta falta de atenção predominante nos casos de TDAH é conhecida também por DDA - Distúrbio do Déficit de Atenção. Estudos científicos apontam que a área mais atingida por esse transtorno é a região frontal e suas ligações com o resto do cérebro.
De acordo com a Associação Brasileira do Déficit de Atenção a prevalência do transtorno gira em torno de 3 a 5% da população infantil do Brasil e de vários países do mundo. Nos adultos estima-se prevalência em aproximadamente 4%. 

CAUSAS - Existem inúmeras pesquisas, nas quais procuram saber a causa do desenvolvimento de TDHA, já que é um dos transtornos psiquiátricos mais bem estudados no mundo. Porém, há um questionamento contínuo sobre a sua origem e até o momento não há um consenso científico sobre as suas reais causas, ou seja, se é inato (genético) ou adquirido (ambiental).

SINTOMAS - Os sintomas podem ser identificados na infância, e geralmente na observação de alguns comportamentos nas escolas, onde os profissionais da educação identificam esta falta de interesse expressiva da criança, falta de atenção nas atividades desenvolvidas, inquietude e a impulsividade. Estes sintomas devem ser persistentes e interferir no funcionamento e no desenvolvimento. 

CURA E TRATAMENTO - Por não ser considerada uma doença e sim um transtorno, o TDAH não tem cura, apenas tratamento com psicólogo, psicopedagogos, psiquiatras, entre outros. Lembrando que o tratamento precoce é o “ponto-chave” para que a vida seja mais saudável, produtiva e com mais qualidade. Os psicoestimulantes são bem requisitados no tratamento do TDAH. Eles apresentam um alto poder de eficácia e melhoram o funcionamento das áreas cerebrais responsáveis pelos sintomas do transtorno. Com relação às intervenções psicoterápicas, a mais estudada e com maior evidência científica de eficácia é a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC).

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